quarta-feira, 26 de outubro de 2011

AS BELEZAS DO CAMPO

Segunda feira, após um dia inteiro de curso e reunião, chego em casa e encontro na mesinha da sala um lindo buquê de flores brancas e perfumadas.
De onde elas vieram ?
E o marido vem me contar que encontrou muitas moitas dessas flores, lá no campo !

Terça feira de manhã, lá fomos nós olhar as flores brancas do campo ! Surpreso, meu marido constatou que elas já não estavam tão gloriosas quanto na véspera.
Ainda assim, olhem que lindas são essas flores !

Já que eu estava ali, aproveitei para olhar as outras nativas floridas.
E essas belezas simples do campo escondem preciosidades, para aqueles que conseguem encontrar beleza em outras flores que não sejam rosas.

Essa Lantana silvestre está espalhada por vários lugares e é uma belezinha de se ver !

Outra flor nativa, que tem sua beleza diferente.

Delicados são esses buquês branco amarelados.

Bastou sair pela porteira para encontrar a flora nativa ali, bem pertinho.

Aqui aparecem algumas moitas da linda flor branca da primeira foto. Muitas outras estão espalhadas pelo campo verde.

Agora digam-me: preciso ir na floricultura comprar flores ?

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

É TEMPO DE FAZER GELÉIAS !

A minha pequenina produção de frutas, ainda que pequenina, traz-me muitas alegrias ! É tempo de Amora e Pitanga por esses lados, e é um prazer ir recolher os frutos pequenos lá no quintal !

Já fiz geléia de amora e continuo colhendo-as, um pouquinho por dia ou, dia sim, dia não. Esse ano a safra está maior que a do ano passado. Que bom...
Desde jovem, eu sempre achei uma delícia essa história de fazer a própria geléia ! Os filmes americanos foram responsáveis por esse meu gosto, ao mostrar aquelas mulheres guardando suas geléias nos lindos vidros de tampa especial. Coisas de vida no campo...

Na foto, mesa do Chá e Magia, com geléias caseiras, feitas por mim.

Lembram da magnífica florada da minha Pitangueira, em agosto ? Era flor que não acabava mais!
Agora os frutos estão maduros, são muuuuuuuuuuitos, porém pequeninos.
Caem pelo chão e lá vou eu colher, antes que sejam pisados.

Esse montinho colhi agora, antes que escurecesse.

Muito bonita é essa frutífera, com suas bolinhas vermelhas no meio das folhas verdes !

Mais discreta, com seus frutos escuros, a Amora tem folhas muito bonitas.

E seus frutos vão amadurecendo de forma interessante, escurecendo pouco a pouco, até ficarem bem pretinhos e doces.

Ao lado, um fruto ainda branquinho.

Esse maravilhoso Bolo de Amoras foi obra da minha filha. Que delícia ! Amora no recheio e na cobertura. Comemos muito !!!
Vejam aqui, com receita:
http://pitacosdamorgye.blogspot.com/2010/10/amoras-amores-docuras.html

Fruta no quintal é presente da Mãe Terra que não canso de agradecer !

terça-feira, 18 de outubro de 2011

SOMBRINHA OU GUARDA CHUVA ???

Nos tempos idos, na era Vitoriana, bonito era ter pele branquinha, igual a leite.
E só quem podia ser assim eram as nobres, pois as mulheres comuns tinham a pele queimada de trabalhar e andar ao sol.
Para manter essas peles de cetim protegidas do sol foram criadas as "Sombrinhas" que, como bem diz o nome, proporcionavam sombra aos delicados rostos femininos.

Tela de Claude Monet - Mulher com Sombrinha.

Se uma mulher usasse sua Sombrinha para protegê-la da chuva, seria sinal de que era pobre e não podia custear sua própria carruagem para transportá-la abrigada, em dias chuvosos.
Mais do que vaidade, a mulher, preservando sua pele com a Sombrinha, demonstrava que não precisava trabalhar.
As Sombrinhas eram tão caras que somente os homens com interesse em compromisso sério presenteavam suas amadas com uma delas.
Vejam aqui:
http://bloglepostiche.blogspot.com/2009/01/guarda-chuva-criativo.html

As Sombrinhas funcionavam também, como armas de sedução. Aprenda a fazer uma linda Sombrinha Vitoriana aqui:
http://oficinadacena.blogspot.com/2009/07/adereco-sombrinha-vitoriana.html

(Na foto, um lindo Guarda chuva colorido.)

Mas qual a razão dessa conversa toda ?
A chuva chegou e fui comprar um "Guarda chuva"que, como bem diz o nome, serve para abrigar-nos da chuva.
Como não sabia exatamente onde encontrar tal objeto, fui percorrendo várias lojas - umas 5.
E em cada uma delas, quando perguntava se tinham Guarda chuva, recebia a seguinte resposta:
" - Guarda chuva ou Sombrinha ?"
Curiosa, eu retrucava:
"- Qual é a diferença entre um e outro ?"

(Guarda chuva de babados, moda no próximo verão ?)

E muito surpresa fiquei ao verificar que nem um dos atendentes, soube me explicar a diferença!
Vejam o que eu ouvi:
- Guarda chuva é para homem e Sombrinha para mulher.
- Guarda chuva tem cabo comprido e Sombrinha dá para dobrar.
- Guarda chuva é liso em cores escuras e Sombrinha é colorida.

(Guarda chuva também pode ser colorido ?)

Nem preciso dizer que, diante dessa total falta de informação, corri para o Google !
Nele, outra chuva de controvérsias ! Quando encontrei um site que explicava a diferença direitinho, logo a seguir achei outros que embaralhavam novamente a questão.
Em um lugar encontrei uma pessoa questionando se Sombrinha e Guarda chuva eram a mesma coisa.
Vi também, Guarda chuvas lindos, coloridos, com babados, e parece que é moda agora.

Eu sempre usei o termo Guarda chuva, pois o tal objeto era usado para isso. Mas conheci senhoras, nos tempos idos, que saíam com o Guarda chuva protegendo-as do sol. Nesse caso eles mudavam o nome para Sombrinha ???

Após tantos questionamentos, cheguei a conclusão que não existe conclusão !
Mas vou voltar nas lojas e pedir para ver Sombrinhas e Guarda chuvas e quero ver o que vão me mostrar, pois tudo que vi anteriormente, para mim, era a mesma coisa !!!

E o que eu comprei, Sombrinha ou Guarda chuva ?
Foi um parecido com esse aí de cima, que eu continuo chamando de Guarda chuva !

domingo, 16 de outubro de 2011

O ESTRANHO CASO DAS AZALÉIAS OU, O TEMPO ESTÁ LOUCO !!!

A Azaléia é considerada a Rainha do Inverno florescendo por essas bandas, durante o mês de julho.
Pelo menos, era assim nos idos dos anos 50/60, quando eu vinha para S. Lourenço nas minhas férias.

Eu tenho 6 moitas de Azaléia espalhadas pelo jardim/quintal. Hoje fotografei essa, que é muito comprida e esgalhada e está florida em pleno meio de Outubro. Vejam que ela está cheia de folhas também.

Inverno extremamente seco tivemos esse ano, deixando muitas plantas tristes, murchinhas.
No meio dessa secura, uma moita pequenina, que fica embaixo do Limão-Cravo, mostrou bonitas flores em Agosto.

Eu vistoriava o jardim e ficava triste imaginando que as Azaléias não iriam florescer este ano.
Tenho uma moita grande, ao lado do Quiosque e ela perdeu suas folhas durante esse Inverno seco. Um belo dia de Setembro, levo um agradável susto ao vê-la carregada de flores ! Nem uma folhinha, só flores.

Essa moita miudinha também deu o ar de sua graça em Setembro ! Aliás foi sua primeira floração.
Ao lado dela fica a comprida moita que floresceu agora em Outubro e está na primeira foto.

Diante dessa loucura floral, fui vistoriar as duas últimas moitas e vejo que a grande está apresentando alguns botões, junto com folhas novas nascentes !
Pelo andar da carruagem, em Novembro ainda estarão nascendo flores de Azaléia, a Rainha do Inverno !!!

Tudo tem seu lado bom e seu lado não tão bom...
Apesar da loucura total do clima, eu estou tendo Azaléias floridas de Agosto até Outubro - ou Novembro, quem sabe...


PS: em Julho de 2000, eu tinha duas grandes moitas de Azaléias no Jardim, mas elas cresceram tanto que tiveram que mudar de lugar. De lá para cá muita coisa também mudou. Meu neto que era um garotinho, hoje é um rapaz de quase 19 anos !

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O "RECLAME" NOS TEMPOS IDOS

Nos "Tempos Idos", propaganda era chamada de "Reclame".
Cada tempo tem seu modo, sua moda, seus apelos.
É gostoso observar como era o mundo num tempo mais simples, comportado, romântico, mas também preocupado em vender seus produtos.

No meu Museu Particular tenho várias revistas antigas, herança da família, e delas tirei essas fotos. Observem a beleza deste reclame da Camisaria Progresso, com seu estilo Art Nouveau.

A centenária Coca Cola, em 1952 mostrava sua idade avançada, já para aquela época !
E a graciosa garrafinha de vidro fazia o gosto ficar melhor.

Biscoito era Aymoré, antes de ser Piraquê ! Eu não lembro desse não. Do Aymoré gostava daquele amanteigado, o Indígena. Aliás, fui procurar informações sobre ele e a Aymoré e só encontrei a história mais recente, a partir de 1958 sendo que, encontrei informação de que a marca existe desde 1922.
Já escrevi para eles reclamando dessa falta de história !
Veja meu email e a pronta resposta:

Arcor Aqui
Date: 14 Oct 2011, 02:10:38 PM
Subject: Re: Biscoito Aymoré
Conteúdo em HTML

Prezada Flora,
Recebemos seu e-mail, registramos seu contato e agradecemos sua preferência por nossos produtos.
Informamos que sua manifestação foi registrada encaminhada para as áreas internas responsáveis.
Escreva-nos sempre que desejar!
Atenciosamente,
[//] Central de Relacionamento ao Consumidor Arcor do Brasil
e-mail: aquiarcor@arcor.com
0800-0558450


"flora.maria"
13/10/2011 21:48
Para
aquiarcor@arcor.com
cc
Assunto
Biscoito Aymoré

Lastimei bastante não encontrar no site a história do Biscoito Aymoré desde
seu início que, segundo encontrei na net foi em 1922.
Também estranhei não existir uma relação de todos os biscoitos fabricados ao
longo dos anos.

Acredito que o site da empresa deveria ser completo, contendo todas essas
informações, que são necessárias para preservarmos nossa História.

Agradeço qualquer informação.
Flora Maria


Quem não tomou o Biotônico Fontoura quando era criança ? Mas o reclame dizia que ele era bom para todas as idades !

Delicioso esse reclame dos anos 30, onde ainda se escrevia ciência com um S na frente e eficazes com 2 efes !!!

"O Cuco, passarinho talismã do seu lar canta as horas felizes... Aproveite", dizia o reclame naqueles tempos idos.

Ter um Sofá-Cama Drago era sinal de status nos anos 50 !

E eu detestava esse sabonete enorme, que não conseguia segurar com minhas mãos pequenas de criança !

Reclame dos anos 50. Olhem a saia e o cabelo rabo-de-cavalo, moda da época.

Que maravilha um tempo em que Elegância e Bom Gôsto conquistavam as senhoritas...

Outro reclame bem antigo, cheio de letras dobradas !
Esse não é do meu tempo...

Deve ter sido um sucesso essa cafeteira !

Em 1951 as Alpargatas Roda eram sucesso. Em 1966, quando eu casei, fiz questão de comprar um par para usar em casa, pois gostava do seu jeito rústico e confortável, apesar de não ser "a última moda".

"A propaganda é a alma do negócio", diziam os antigos.
E continuamos repetindo essa máxima nos dias atuais.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

X CONGRESSO DE ECOLOGIA - Os Homens Pensando Verde

Em tempos tenebrosos, quando a cada dia recebemos notícias assustadoras sobre a situação do Planeta, os desmandos do Homem, e as catástrofes climáticas que acontecem cada vez com mais intensidade, também recebemos notícias boas, de movimentos em prol do Meio-Ambiente e de uma maior conscientização das pessoas.

Pela segunda vez tivemos aqui em São Lourenço um Congresso de Ecologia.
Evento importante que enche a cidade de jovens - e de nem tão jovens ! - que durante vários dias, (pre) ocupam-se com o destino da Terra, dando-nos a certeza de que nem tudo está perdido.
Em sua 10ª edição, o Congresso é um sucesso que agrada a participantes e moradores !



(A Sociedade de Ecologia do Brasil foi fundada em 8 de junho de 1988, no Departamento de Ecologia do Instituto de Biociências, Campus Rio Claro.)

"As mudanças climáticas globais resultantes do aumento da concentração atmosférica dos gases de efeito estufa deixaram de ser algo para acontecer num futuro distante e já passaram a fazer parte do presente: elas são reais, estão acontecendo e, na verdade, se acelerando.

As respostas a estas mudanças, notadamente aquelas relacionadas ao aumento da temperatura, são visíveis através da aceleração do aumento do nível do mar, derretimento de geleiras, aumento da estação de crescimento das plantas em altas latitudes, mudanças ecológicas em escala global, inclusive com extinção de espécies, e aumento da frequência e intensidade de fenômenos meteorológicos e climáticos extremos.

O Brasil, por ter uma economia fortemente baseada em recursos naturais, focada na energia hidráulica para geração de eletricidade, é particularmente vulnerável às mudanças climáticas.

No terreno da mitigação, a maior contribuição do país pode acontecer através da redução dos desmatamentos na Amazônia, responsáveis por 75% das emissões brasileiras de dióxido de carbono".

"Por último, lembrando que não há mais como reverter certo grau de mudança climática, faz-se necessário desenvolver a capacidade de adaptação a elas, um aspecto ainda pouco considerado no Brasil." (Carlos Nobre, 2007).

Diante desta situação, a SEB e IB/USP, optam por realizar um evento aquático ecologicamente correto. Nossa intenção será promover atitudes que mudem o comportamento das pessoas para que mudanças profundas ocorram no comportamento dos seres humanos.

Ações como preservação e sustentabilidade serão abordadas durante o Congresso

Esperamos que as pessoas presentes ao evento consigam incluir mudanças de hábito e colaborem para uma melhoria na qualidade de vida do ser humano e do Planeta".



Eventos integrados no X Congresso de Ecologia do Brasil:

I Simpósio de Sustentabilidade e o

I Encontro de Educação do Circuito das Águas

Detalhes do evento
X Congresso de Ecologia do Brasil

Horário: 18 setembro 2011 às 20:00 a 22 setembro 2011 às 19:00
Local: Hotel Guanabara
Rua: Av. Dr. Getúlio Vargas, 423
Cidade: São Lourenço - MG
Site ou Mapa: http://www.xceb.com.br
Telefone: (35) 3332-8331
Organizado por: Comissão Organizadora do Congresso de Ecologia.

Palestrantes XCEB
NOME INSTITUIÇÃO
Abel conceição UEFS
Abdelfethah Sifeddine IRD - França
Abel Sentíes Granados Univ Aut, Metrop. México
Ademir Reis UFSCAR
Adriano Magalhães SMA/MG
Alan Carlos Costa IFG
Alberto Vicentini INPA
Aldicir Scariot Cenargem/Embrapa
Alessandra Fidellis USP
Alexandre Adalardo IB/USP
Alexandre Aleixo Museu Emilio Goeldi
Alexandre de Gusmão Pedrini UERJ
Alexandre Fernandes Bamberg de Araújo UFRJ
Alvaro Duque Universidade N. da Colombia
Ana Isabel de Melo Azevedo Universidade de Açores
Andre Luis Casarim Rochelle UNICAMP
Andrea Atucci Ibt/SP
Angelo A. Agostinho Univ. Maringá
Anthony Érico Guimarães FIOCRUZ
Antônio Carlos Galvão de Melo Inst Florestal - SP
Armando Prestes PUC
Barbara Lage Ignácio UFRJ
Barron Orr Arizona University
Beatriz Esther Vera Vegas Univ Caracas
Bibiana Bibao Canaima National Park - Venezuela
Braulio Ferreira Dias MMA
Bruno Kamada Cons. Paulista de Estudos Ambi. - CPEA
Carlos Henrique Salvador UFRJ
Cleber J R Alho UNIDERP
Dalva M. Silva Matos UFSCAR
Daniel Gomes Pereira UERJ
Daniel Vieira Cernargen/Embrapa
Debora Calheiros EMBRAPA pantanal
Demetrio Luis Guadaginin UFSM
Dionísio LINK UFSN
Eduardo Bezerra de Almeida Junior UFM
Eduardo Vélez Martin UFRGS
Erminda da Coceição G.Couto UESC
Evelyn Loures de Godoi IBUSP
Fabiano R de Melo UFG
Fábio Rubio Scarano UFRJ
Fabricio Begiatto Baccaro INPA
Fátima Aparecida da Silva Locca UNEMAT
Felipe de Melo Martins IB/USP
Fernando Mendonça ESALQ/USP
Fernando Resende UFMG
Flávio Berchez IBUSP
Francisco Casal UEFS
Francisco Soares Santos Filho UESPI
Frederico Arzolla Secretaria do Meio Ambiente SP
Frederico de Siqueira Neves UFMG
Geraldo Wilson Fernandes UFMG
Gilberto Gonçalves Rodrigues UFPE
Giselda Durigan FEMANET
Guilherme de Miranda Mourão Embrapa Pantanal
Heitor Evangelista da S. Dias UERJ
Heloisa Miranda UnB
Hendersen Torres UNEB
Henrique Lauand Ribeiro IB/USP
Hubert Mathias Peter Roeser UFOP
Immaculada Oliveras Oxford university
J.Stephen Brewer Univ Mississipi
Jacob Silva Souto UFCG -Paraiba
Jaime Baeza UA/ES
Jean Paul Metzger IB/USP
Joel Creed UERJ
Jorge Arturo Lobo Segura Iuniversidade da Costa Rica
José Glauco Ribeiro Testes UEFN
José Luis Camargo INPA
José Marcelo Domingues Torezan UEL-Londrina
José Maria Gusman Ferraz EMBRAPA/UNICAMP
Júlio Cesar Voltolini UNITAU
Kenny Tanizaki Fonseca UFF
Kleber Del Claro UFU
Laerte Ferreira UFG
Leandro Silva IOP
Leda Lorenzo IB/USP
Lemuel Olivio Leite UEMC
Leonaldo Alves de Andrade UFPB
Leonardo Tavares Salgado IBRJ
Liana Mendes UFRN
Ligia Claudia Collado-Vides FUI
Luci Ferreira Ribeiro UFB
Luzimar Campos da Silva UFV
Marcel Rejmanek Universidade da California
Marcelo Dutra da Silva FURG
Marcelo Mazzoli Projeto Puma/UNIPLAC
Marcelo Sthel UENF
Marcio Efe ICBS/UFAL
Marcos da Silveira INPA
Marcos Pereira Marinho Aidar IBTO/SP
Marcus Cianciaruso UFG
Margareth Naomi Sato UnB
Maria Beatriz Barbosa de Barros Barreto UFRJ
Maria de Fátima Scaf Inst Botânica
Maria Fátima Aparecida da Silva Iocca UNEMAT
Maria Soledad Lopez CEBIMar/USP
Marian Helena Bueno Falótico SMVMA
Mario Marcos do Espírito Santo UEMC
Marisa Dantas Bitencort IB/USP
Marisa Domingos IBt/São Paulo
Marisol Toledo IBIF - Bolívia
Marlon Zortea UFG
Mercedes Bustamante UnB
Michele de Sá dechoum UFSCar
Mieko Kanegae / Marina Telles UFRJ
Milton L. Asmus IO/FURG
Mutue Toyota Fujii Ibt/SP
Natália Guerin Instituto Socioambiental Programa Xingu
Natalia Ivanauska Intituto de Florestas /SP
Navashni Govender SANPARKS
Newton Pimentel Ulhôa Barbosa UFMG
Odete Rocha UFSCar
Orlando Moreira UFSCar
Osmar Cavassan UNESP
Pablo Cuervas Reyes México
Paulo Brack UFRGS
Paulo Roberto Tagliani IO/FURG
Paulo Sergio Sena FATEA/SP
Pedro leite da Silva Dias INCC
Peter Caley CSRIO
Philip Fearnside INPA
Ramon Alberto Batista Centro Inv Del Petróleo
Renata Schmidtt INPA
Renato Campello Cordeiro UFF
Renato Valencia P.C. Equador
Ricardo B. Machado UnB
Ricardo Coutinho IEMAPM
Ricardo Krüger UnB
Ricardo Ribeiro Rodrigues ESALQ/USP
Rita Mesquita INPA
Rosalina Burgos UFSCAR
Rosana Moreira da Rocha UFPR
Sebastião Venâncio Martins UFV
Sérgio Tadeu Meirelles IB/USP
Sidnei Magela Thomaz EU Maringá
Silvia Ziller Inst. Horus
Solange Aparecida Arrolho da Silva UMEMAT
Solange Fernandes Soares Coutinho UFPE
Steve Brewer
Susana Bautista Univ Alicante
Tania Brenes STRI
Tatiana Pavão CUSC
Tony Hiroshi Katsuragawa IPEPATRO - FIOCRUZ
Valdemiro Lopes Marinho
Valeria Cassano IB/USP
Valéria Laenuvell Teixeira UFRJ
Vanessa Melandri FIOCRUZ
Vania Regina Pivello IB/USP
Vanice Santiago Fragoso Selva UFPE
Vera Lex Engel UNESP
Vladimir Stolzemberg Torres SMMAPA
Welington Braz Carvalho Delitti IB/USP
Welson Barbosa Jr Poli Usp
Wesley Rodrigues Silva UNICAMP
Willian Hoffmann NCSU
Xavier Prous UFMG





PARTICIPAÇÕES NA TEIA AMBIENTAL DE OUTUBRO

1)http://brasilan.blogspot.com/2011/10/teia-ambiental-usina-nuclear-nunca-mais.html
2)http://espiritual-idade.blogspot.com/2011/10/edelweiss-na-teia-ambiental.html
3)http://conhecerkardec.blogspot.com/2011/10/teia-ambiental-blogagem-coletiva.html
4)http://zinasflowers.blogspot.com/2011/10/teia-ambiental-eu-participo-participe.html
5)http://anabelajardim.blogspot.com/2011/10/cena-cotidiana-em-uma-praca-de-bh.html
6)http://fractaisdecalu.blogspot.com/2011/10/olhar-local-teia-ambiental.html#comments
7)http://pereirapequeno.blogspot.com/2011/10/vamos-cuidar-do-meio-ambiente-teia.html?showComment=1318042079846#c1405934126221165651
8)http://wwwlarencantado.blogspot.com/2011/10/blogagem-coletiva-teia-ambiental.html
9)http://aromadecaf.blogspot.com/2011/10/de-onde-vem-nossa-comida.html#comments
10)http://cozinhandocomjosy.blogspot.com/2011/10/8-jeitos-de-mudar-o-mundo-frape-de-coco.html
11)http://preservandooverde.blogspot.com/2011/10/teia-ambiental-campanha-adote-uma.html?showComment=1318045009356#c2084195970149345843
12)

13)
14)
15)









terça-feira, 4 de outubro de 2011

CAMINHOS JÁ PERCORRIDOS - Revendo Teresópolis.

Teresópois, cidade serrana do Estado do Rio de Janeiro não era visitada por mim há muito, muito tempo...
As lembranças que eu tinha eram de um lugar frio, com muita vegetação e um certo jeito de cidade européia. Pequena, com poucas pessoas, poucos carros e muito sossego.

Estive em Teresópolis em setembro, e estranhei bastante a mudança que encontrei. Muita gente, muitos carros e a agitação normal que existe em qualquer cidade dos tempos atuais.
Mas o Alto, de onde se tem uma bela vista da montanha conhecida como Dedo de Deus, resgatou para mim a cidade dos tempos antigos e tranquilos.

Lá encontrei um antiquário instalado em uma belíssima casa antiga, e fui logo fotografando !


A seguir, algumas fotos do que gostei por lá. Sei que existem muitos lugares encantadores para serem visitados, mas não foi dessa vez que revi todas as belezas de Teresópolis.

Bela igreja em praça arborizada.

Comemos tortas deliciosas na Maria Torta !

Adorei os lampiões antigos da avenida !

O SESC está instalado numa linda casa antiga.

No Calçadão, quiosques interessantes.

A Prefeitura, em outra construção antiga e muito bonita.

O Shopping do Alto é do jeito que eu gosto: muitas plantas e arquitetura aconchegante.

Ainda no Calçadão, exposição de fotos antigas dos bairros.

Essa delícia de casinha está localizada em uma vila, bem no centro da cidade !

Num mundo em constante mutação, imaginar que as cidades estão do jeitinho que as conhecemos, é ilusão absoluta !
Mas, em qualquer tempo, sempre encontraremos a essência da cidade, mesmo que esteja escondida em algum canto da nossa memória, ou de suas ruas.