sábado, 31 de maio de 2014
SEMINÁRIO DE INVERNO 2014
Ao longo das estações do ano, desde 2002, realizamos Seminários de Numerologia no nosso sítio.
Unindo a sabedoria dos mestres com o convívio no campo, esses encontros são interessantes para quem quer vivenciar um novo olhar espiritual.
Em 31 de Maio de 2014 tivemos nosso Seminário de Inverno, onde a Feijoada Vegetariana ajudou a aquecer o dia.
O almoço natural surpreende os participantes !
Almoço no jardim.
Conversas, muitas conversas...
À tardinha, o chá de ervas.
Na sala quentinha, o calor da amizade.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
TELHADOS VERDES - Lindos e úteis !
A cada mês que passa, mais a vida fica complicada nesse planeta louco, violento, conturbado. O planeta não, mas sim os Homens que aqui moram ! Para compensar essa situação triste, fui procurar o que de bom estaria acontecendo por aí afora. E sempre tem coisas boas nesse mundo de meu Deus !
Achei uma notícia excelente e compartilho com vocês, para fazer com que suas vidas fiquem mais verdes e alegres, em dias de Teia Ambiental.
Prédios argentinos pagarão menos imposto por ter jardins no telhado !
O secretário de Desenvolvimento Urbano portenho, Daniel Chain, disse que a medida vale para os edifícios já existentes.
O objetivo, afirmou, é "cuidar do meio ambiente" a partir de uma "mudança cultural".
"Nossa meta é ambiental. E entendemos também que devemos ser os primeiros a aplicar a iniciativa. Por isso, desde o ano passado, começamos a construir escolas com vegetação nos telhados. E o mesmo faremos em outros edifícios públicos", disse o secretário à BBC Brasil.
Segundo ele, seis escolas em construção na cidade terão jardins nos telhados e o mesmo ocorrerá, disse, no terraço do Teatro San Martín, no centro da cidade, que tem 50 anos e será reformado.
Arquiteto com especialização em economia urbana, Chain lembrou que Buenos Aires integra o grupo chamado C40 (Climate Leadership Group, que reúne cidades que debatem saídas para preservação do meio ambiente) e que a nova meta de Buenos Aires será a exigência de que os novos edifícios já sejam erguidos com os jardins no telhado.
"A medida sancionada é optativa e pretende estimular a criação destes pontos de vegetação. Mas neste ano enviaremos outro texto à Legislatura com a exigência de que novos prédios já tenham esses espaços verdes", afirmou.
A ideia, afirmou, é que a medida seja aplicada nos bairros onde são registradas as concentrações de construções na cidade. "Quanto maior o numero de construções, maior a necessidade (de áreas verdes) para vivermos melhor", afirmou.
Buenos Aires é uma cidade conhecida por seus parques, que começaram a surgir entre os séculos 19 e 20, e pela preservação de áreas verdes entre os prédios, chamadas de "pulmón de manzana" (quadra verde).
Antes mesmo das novas medidas, alguns locais já tinham começado a implementar o jardim no telhado, como a escola municipal French y Beruti, no bairro portenho de Retiro.
Em 2010, em uma área de mais de 200 metros, foi construído um telhado com vegetação que contribui para "refrescar" o prédio nos dias de calor.
Especialistas disseram à imprensa local que a etapa inicial para transformar o telhado em jardim começa com uma camada de PVC, depois pedras apropriadas, sistema hidráulico adequado, além de outros materiais específicos para evitar que as raízes das plantas não afetem a construção do prédio.
Ao mesmo tempo em que o governo de Buenos Aires estimula jardins nos terraços, o Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA) realiza, desde os anos 1990, um programa chamado ProHuerta (Pró-Horta).
"O programa surgiu para melhorar a alimentação das famílias economicamente mais vulneráveis, naqueles tempos de hiperinflação", lembra Janine Schonwald, coordenadora do programa.
"Mas agora, em busca de uma vida saudável e com preocupações com o meio ambiente, o ProHuerta interessa cada vez mais aos moradores das cidades e das periferias."
Schonwald diz que o programa conta com a participação de 20 mil voluntários que aprenderam no INTA a técnica do cultivo em varandas, telhados e pátios e a ensinam em várias escolas, hospitais e paróquias gratuitamente.
"São alimentos que complementam o prato, como orégano, manjericão e hortelã, por exemplo, e que fazem parte de uma mudança cultural, voltada para a saúde e o meio ambiente", afirma a coordenadora do ProHuerta.
Achei uma notícia excelente e compartilho com vocês, para fazer com que suas vidas fiquem mais verdes e alegres, em dias de Teia Ambiental.
Prédios argentinos pagarão menos imposto por ter jardins no telhado !
Os prédios da cidade de Buenos Aires pagarão menos impostos por ter jardins no telhado, de acordo com uma lei recém-sancionada pelo governo local.
A redução do ABL (equivalente ao IPTU brasileiro) será de até 20% para o edifício de "telhado verde"
de acordo com a nova medida, que contou com ampla maioria dos votos da
situação e da oposição, na votação realizada no fim do ano passado.O secretário de Desenvolvimento Urbano portenho, Daniel Chain, disse que a medida vale para os edifícios já existentes.
O objetivo, afirmou, é "cuidar do meio ambiente" a partir de uma "mudança cultural".
"Nossa meta é ambiental. E entendemos também que devemos ser os primeiros a aplicar a iniciativa. Por isso, desde o ano passado, começamos a construir escolas com vegetação nos telhados. E o mesmo faremos em outros edifícios públicos", disse o secretário à BBC Brasil.
Segundo ele, seis escolas em construção na cidade terão jardins nos telhados e o mesmo ocorrerá, disse, no terraço do Teatro San Martín, no centro da cidade, que tem 50 anos e será reformado.
Arquiteto com especialização em economia urbana, Chain lembrou que Buenos Aires integra o grupo chamado C40 (Climate Leadership Group, que reúne cidades que debatem saídas para preservação do meio ambiente) e que a nova meta de Buenos Aires será a exigência de que os novos edifícios já sejam erguidos com os jardins no telhado.
"A medida sancionada é optativa e pretende estimular a criação destes pontos de vegetação. Mas neste ano enviaremos outro texto à Legislatura com a exigência de que novos prédios já tenham esses espaços verdes", afirmou.
A ideia, afirmou, é que a medida seja aplicada nos bairros onde são registradas as concentrações de construções na cidade. "Quanto maior o numero de construções, maior a necessidade (de áreas verdes) para vivermos melhor", afirmou.
Buenos Aires é uma cidade conhecida por seus parques, que começaram a surgir entre os séculos 19 e 20, e pela preservação de áreas verdes entre os prédios, chamadas de "pulmón de manzana" (quadra verde).
Antes mesmo das novas medidas, alguns locais já tinham começado a implementar o jardim no telhado, como a escola municipal French y Beruti, no bairro portenho de Retiro.
Em 2010, em uma área de mais de 200 metros, foi construído um telhado com vegetação que contribui para "refrescar" o prédio nos dias de calor.
Especialistas disseram à imprensa local que a etapa inicial para transformar o telhado em jardim começa com uma camada de PVC, depois pedras apropriadas, sistema hidráulico adequado, além de outros materiais específicos para evitar que as raízes das plantas não afetem a construção do prédio.
Ao mesmo tempo em que o governo de Buenos Aires estimula jardins nos terraços, o Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA) realiza, desde os anos 1990, um programa chamado ProHuerta (Pró-Horta).
"O programa surgiu para melhorar a alimentação das famílias economicamente mais vulneráveis, naqueles tempos de hiperinflação", lembra Janine Schonwald, coordenadora do programa.
"Mas agora, em busca de uma vida saudável e com preocupações com o meio ambiente, o ProHuerta interessa cada vez mais aos moradores das cidades e das periferias."
Schonwald diz que o programa conta com a participação de 20 mil voluntários que aprenderam no INTA a técnica do cultivo em varandas, telhados e pátios e a ensinam em várias escolas, hospitais e paróquias gratuitamente.
"São alimentos que complementam o prato, como orégano, manjericão e hortelã, por exemplo, e que fazem parte de uma mudança cultural, voltada para a saúde e o meio ambiente", afirma a coordenadora do ProHuerta.
Tudo é possível, basta querer. Transformar o lugar onde vivemos em algo melhor, mais bonito e saudável é fácil quando assim queremos.
Então, mãos à obra !!!
As imagens vieram daqui:
http://atitudesustentavel.com.br/wp-content/uploads/2011/08/telhadoverde_01.jpg
http://portalterceirizacao.com.br/blog/verde-volta-aparecer/
segunda-feira, 7 de abril de 2014
A TEIA AMBIENTAL PERGUNTA: SECA OU INUNDAÇÃO?
ALGUMA COISA MUITO SINISTRA ESTÁ ACONTECENDO NO PLANETA, MAS NÃO VEJO AS PESSOAS FALANDO SOBRE ISSO... Afinal, as novelas estão tão boas, o trabalho é estafante e sexta-feira vou relaxar...
Cadê as chuvas de verão ? E a "enchente da goiaba" que todos os anos acontecia em março aqui na minha cidade ? Algo muito estranho anda acontecendo com o Planeta Terra...
"O Painel Intergovernamental da Organização das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (IPCC) alertou nesta segunda-feira (31/03) para maior risco de secas, inundações e incêndios florestais na Europa devido aos efeitos das mudanças climáticas tanto a curto quanto a médio prazo.
No caso da Europa, as mudanças climáticas vão provocar um aumento das restrições de água devido à "significativa redução da extração dos rios e aquíferos subterrâneos" combinada com o aumento da procura para irrigação, energia, indústria e uso doméstico, diz o documento citado pelas agências internacionais".
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/34613/onu+alerta+para+mais+secas+inundacoes+e+incendios+florestais+na+europa.shtml
"O Atlas da Saúde e do Clima, divulgado ontem (29) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), alerta que no Brasil as temporadas de inundações e de seca geram a curto, médio e longo prazos uma série de doenças. Em 68 páginas, o estudo mostra que as preocupações se concentram no Sul em decorrência das inundações e dos deslizamentos de terras, considerados constantes, e no Norte devido à seca.
Uma série de problemas de saúde, segundo o estudo, são gerados pelas mudanças no clima atingem milhões de brasileiros e provocam surtos epidêmicos de doenças, como diarreia, malária, dengue e meningite. Nas páginas de 27 a 30, o relatório informa que de 2000 a 2010 foram registrados 1.320 casos de inundações. O período apontado como a “pior seca dos últimos 60 anos” foi de 2004 a 2010, na Amazônia."
http://www.correionoticias.com.br/site/oms-alerta-que-inundacoes-e-secas-no-brasil-geradas-por-mudancas-climaticas-causam-uma-serie-de-doencas/
"Uma mudança climática que deve tornar o tempo mais seco no final de agosto de 2013, em partes das regiões produtoras de milho e soja nos EUA ameaça reduzir os rendimentos e elevar os preços das commodities, disseram operadores e meteorologistas nesta quinta-feira.
“Cerca de 20% da área de cultivo do milho e da soja vão começar a secar”, disse o meteorologista agrícola do MDA Weather Services, Don Keeney.
Segundo Keeney, as áreas que permanecerão secas a partir de agora até o final do mês incluem a metade leste de Iowa, o noroeste de Illinois, o sul de Minnesota, o sul do Wisconsin e o nordeste do Missouri"
.http://agro.gazetadopovo.com.br/noticias/clima/previsao-de-seca-nos-eua-poe-mercado-em-alerta/
HAARP é um "bombardeiro" de ondas elétricas para aumentar a densidade do plasma da ionosfera, causando alterações meteorológicas. O Pentágono anunciou um novo experimento programado para o início de 2014. Na Bolívia, o Observatório de Tarija registrou manchas solares antes das inundações. Estaria esta onda de calor no Brasil e inundações no resto da América Latina ligado ao uso deste potente equipamento? Leia este post e tire suas próprias conclusões:
A agência refere também dados da Austrália, segundo os quais os recordes de calor que o país registou no ano passado teriam sido «virtualmente impossíveis» sem as emissões humanas de gases com efeito de estufa".
O Verão chegou e acabou, e as chuvas não vieram ! As chuvas que faziam as plantas tão felizes e viçosas. O ar está seco como nunca vi: é bom para lavar roupa,pois seca rapidinho !
Passei um calor impressionante aqui na minha cidade que é naturalmente fria. Ou era...
O que nos espera no Outono ? E no Inverno? E na Primavera ?
Diante de tudo isso, só nos resta rezar !!! E muito...
Cadê as chuvas de verão ? E a "enchente da goiaba" que todos os anos acontecia em março aqui na minha cidade ? Algo muito estranho anda acontecendo com o Planeta Terra...
"O Painel Intergovernamental da Organização das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (IPCC) alertou nesta segunda-feira (31/03) para maior risco de secas, inundações e incêndios florestais na Europa devido aos efeitos das mudanças climáticas tanto a curto quanto a médio prazo.
No caso da Europa, as mudanças climáticas vão provocar um aumento das restrições de água devido à "significativa redução da extração dos rios e aquíferos subterrâneos" combinada com o aumento da procura para irrigação, energia, indústria e uso doméstico, diz o documento citado pelas agências internacionais".
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/34613/onu+alerta+para+mais+secas+inundacoes+e+incendios+florestais+na+europa.shtml
"O Atlas da Saúde e do Clima, divulgado ontem (29) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), alerta que no Brasil as temporadas de inundações e de seca geram a curto, médio e longo prazos uma série de doenças. Em 68 páginas, o estudo mostra que as preocupações se concentram no Sul em decorrência das inundações e dos deslizamentos de terras, considerados constantes, e no Norte devido à seca.
Uma série de problemas de saúde, segundo o estudo, são gerados pelas mudanças no clima atingem milhões de brasileiros e provocam surtos epidêmicos de doenças, como diarreia, malária, dengue e meningite. Nas páginas de 27 a 30, o relatório informa que de 2000 a 2010 foram registrados 1.320 casos de inundações. O período apontado como a “pior seca dos últimos 60 anos” foi de 2004 a 2010, na Amazônia."
http://www.correionoticias.com.br/site/oms-alerta-que-inundacoes-e-secas-no-brasil-geradas-por-mudancas-climaticas-causam-uma-serie-de-doencas/
"Enquanto o norte da China ainda sofre com os efeitos da prolongada estiagem http://www.paginasustentavel.com.br/sustentabilidade/164-china-a-pior-estiagem-em-200-anos.html, inundações deixam cerca de cem mortos na nas regiões sul e leste da China e pelo menos 500 mil pessoas tiveram de deixar áreas rurais, segundo a agência EFE.
A alternância de eventos climáticos extremos ocorre também na mesma região: na bacia do rio
Yangtzé, a mesma onde nos primeiros cinco meses do ano muitos lagos e
rios secaram, foi uma das mais afetadas pela inundação, que, de acordo
com fontes do governo, atingiram 13 divisões administrativas da China e
mais de três milhões de pessoas."
"Uma mudança climática que deve tornar o tempo mais seco no final de agosto de 2013, em partes das regiões produtoras de milho e soja nos EUA ameaça reduzir os rendimentos e elevar os preços das commodities, disseram operadores e meteorologistas nesta quinta-feira.
“Cerca de 20% da área de cultivo do milho e da soja vão começar a secar”, disse o meteorologista agrícola do MDA Weather Services, Don Keeney.
Segundo Keeney, as áreas que permanecerão secas a partir de agora até o final do mês incluem a metade leste de Iowa, o noroeste de Illinois, o sul de Minnesota, o sul do Wisconsin e o nordeste do Missouri"
.http://agro.gazetadopovo.com.br/noticias/clima/previsao-de-seca-nos-eua-poe-mercado-em-alerta/
HAARP é um "bombardeiro" de ondas elétricas para aumentar a densidade do plasma da ionosfera, causando alterações meteorológicas. O Pentágono anunciou um novo experimento programado para o início de 2014. Na Bolívia, o Observatório de Tarija registrou manchas solares antes das inundações. Estaria esta onda de calor no Brasil e inundações no resto da América Latina ligado ao uso deste potente equipamento? Leia este post e tire suas próprias conclusões:
"O tufão Haydan das Filipinas e a seca na Austrália foram dois dos
fenómenos meteorológicos extremos de 2013 que comprovam mais uma vez os
efeitos das alterações climáticas provocadas pelo Homem, alertou hoje a
agência meteorológica da ONU.
Vimos precipitação mais forte, calor mais intenso, e mais danos provocados por tempestades e inundações costeiras como resultado da subida do nível do mar - como o tufão Haiyan demonstrou tão tragicamente nas Filipinas», acrescentou.A agência refere também dados da Austrália, segundo os quais os recordes de calor que o país registou no ano passado teriam sido «virtualmente impossíveis» sem as emissões humanas de gases com efeito de estufa".
Passei um calor impressionante aqui na minha cidade que é naturalmente fria. Ou era...
O que nos espera no Outono ? E no Inverno? E na Primavera ?
Diante de tudo isso, só nos resta rezar !!! E muito...
sexta-feira, 7 de março de 2014
OS "SALVADORES DA PÁTRIA" NA TEIA AMBIENTAL
Quando nossa consciência é despertada - e isso é algo alheio à nossa vontade, pois simplesmente acontece- fica difícil viver num planeta que ainda esta adormecido. Estamos a todo momento em confronto com ideias e ideais tão diferentes dos nossos que as discussões são constantes.
Quando eu fico desanimada, penso que, felizmente, existem os "salvadores da pátria" aquelas pessoas que, ao longo de sua vida, fizeram a diferença, lutando por seus sonhos, tentando mudar o sistema, alertando para os perigos de uma sociedade consumista ao extremo, mostrando maneiras ecologicamente corretas de agir.
Conheço várias pessoas assim e elas são meus exemplos, ídolos que admiro, seres que procuro imitar. Por causa delas não desisto das minhas ideias ambientais !
Na TEIA AMBIENTAL de Março, mês da Água, mostro para vocês esses meus heróis:
1) FRITJOF CAPRA
http://www.youtube.com/watch?v=nj72c4ragyc
"A indústria do combustível fóssil tem um poder político enorme, e por esse motivo o senado americano, por exemplo, nem discutiu ainda uma política climática viável".
Só lendo seus livros ou vendo suas entrevistas para entender o que esse importante físico explica sobre as mudanças que são tão necessárias para o mundo atual !
2)JOSÉ LUTZENBERGER
http://www.youtube.com/watch?v=6JWFKpdn91A&hd=1
"Nós precisamos realmente repensar o que chamamos progresso, o que nós chamamos desenvolvimento".
O velho ambientalista já está em outros planos, mas suas ideias são preciosas e precisam ser seguidas !
3)HAZEL HENDERSON
http://www.rts.org.br/entrevistas/entrevistas-2009/hazel-henderson-economista-e-lider-mundial-da-plataforma-mercado-etico
"Quando os manuais de economia forem corrigidos e todos os custos sociais e ambientais da produção forem incluídos nos preços aos consumidores, perceberemos que a produção e o comércio locais e regionais são mais eficientes”.
Foi no livro Sabedoria Incomum, do Fritijof Capra que conheci os pensamentos lúcidos dessa mulher pioneira !
4)ANA PRIMAVESI
http://www.visaosocioambiental.com.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=68&Itemid=66
“Se a planta está doente, procure saber o que causou a doença antes de tentar curá-la”.
Outro ser especial que muito me ensinou através de suas palavras sábias sobre a terra e como conviver com ela. Tive o prazer de encontrá-la aqui em S.Lourenço !
5) EDSON HIROSHI
http://www.youtube.com/watch?v=l3R-BeHSWTA&hd=1
"O Planeta não aguenta mais essa voracidade, essa orgia material".
Hiroshi foi meu primeiro mestre ecológico, mostrando-me um mundo muito diferente do que eu conhecia. Aprendi muito com seu livro Agricultura Natural !
6) MARGARET MEE
http://www.sermelhor.com/ecologia/a-paixao-de-uma-artista-inglesa-pelas-flores-do-brasil.html
"Sei que minha morte não significará o fim do meu trabalho. Onde quer que eu esteja, tentarei influenciar aqueles que estão destruindo o planeta para que dêem à natureza uma chance de sobreviver".
Essa bela senhora encantou-me com sua visão ecológica, preocupada com a sorte da nossa Amazonia !
7) CECÍLIA HERZOG
http://www.youtube.com/watch?v=Jq-TOVvjUX0&hd=1
8) ROBERTO BURLE MARX
http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Burle_Marx
"Quando vai construir uma casa, o primeiro cuidado do brasileiro é derrubar as árvores do terreno. É o medo ancestral das florestas, herança dos colonizadores portugueses."
O famoso paisagista possuía uma visão ambientalista também !
Quando o cansaço por "ver prosperar as nulidades" (como dizia o sábio Ruy Barbosa), toma conta de mim, vou ao encontro desses mestres, ouço suas palavras e ganho forças para continuar meu caminho...
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
CIDADES PARA TODOS - A Solução Inteligente na TEIA AMBIENTAL DE FEVEREIRO
Essa noite perdi o sono. Para tentar encontrá-lo fui ver TV - coisa que nunca faço - na tentativa de pegar o sono novamente (televisão é bom para isso...)
Mas encontrei uma reprise do programa Sem Censura, do dia 5/6/13 e fiquei mais desperta do que nunca ! O tema - meio ambiente - que muito me agrada, prendeu minha atenção totalmente, e mostrou-me que é possível viver de maneira ecologicamente correta numa cidade verde, bonita e feliz.
Pesquisei bastante e encontrei boas informações sobre a Cecília P. Herzog, que estava lançando seu livro "Cidades Para Todos". Nele ela mostra o que encontrou pelo mundo, em cidades que estão mudando sua maneira de viver.
http://ceciliaherzog.wordpress.com/livro-cidades-para-todos/
Encontrei também, aqui : http://ceciliaherzog.wordpress.com/cidade/#comment-87
um texto muito interessante da Cecília. Abaixo está um trecho:
"Tive um insight a partir da aula de uma aula sobre evolução dos planos urbanos do Rio de Janeiro, com Nina Rabha. A cidade teve sua história baseada na tentativa de dominar os problemas de saúde e habitação através da alteração radical de sua geomorfologia e na eliminação de parte de seus ecossistemas. Como se isso fosse resolver as doenças que grassavam por aqui, além da febre amarela e outras moléstias contagias, estiveram sempre presentes: a pobreza, a partição social, a falta de saneamento. A paisagem que encantou e estimulou a curiosidade de cientistas e viajantes era considerada a causa de tantas desgraças. Então qual a solução? Acabar com ela. Simples assim, derrubar morros e com suas terras (além do lixo, que precisava ser jogado em algum lugar) aterrar aqueles locais que acomodavam as águas das chuvas: os brejos e áreas baixas. Com eles se foram a biodiversidade e os espaços para as águas.
As grandes obras visavam só resolver problemas conjunturais. Não que não houvesse proposições e planos mais visionários, mas o que se acreditava na época era que o que causava as doenças eram os miasmas. As doenças vinham da terra, da umidade. Portanto, nada mais natural do que secar tudo, de forma drástica e radical. Ou melhor, tentar secar o que é por NATUREZA, úmido! Estamos numa área tropical, de Floresta Tropical Chuvosa (a famosíssima Rain Forest, pelo menos por enquanto…).
Já no século XIX havia proposições de reaproveitar as águas das chuvas, arborizar adequadamente, lagos com bacia de captação, inclusive onde é hoje a Praça da Bandeira. O Plano Agache, já no século XX propõe um plano onde as áreas florestadas e as áreas verdes de uso público estão demarcadas para conservação, indica as áreas de expansão e tem objetivos claros de remodelar e embelezar a cidade. O Plano Doxiadis,faz um estudo detalhado sobre a cidade e faz projeções de crescimento para poder planejar a infraestrutura necessária para o futuro e visa resolver os problemas urbanos. Apesar de seus aspectos arquiteturais, tinha em sua parte legislativa uma proposta mais ambientalista, quer dizer, de trabalhar com a paisagem, com os processos naturais. Respeitar as águas. Esse fundamento foi completamente ignorado ao longo de nossa história.
Há que se louvar o replantio de Mata Atlântico iniciado por iniciativa de D. Pedro II no século XIX. Graças a ele, hoje temos o paraíso que se constitui no atual Parque Nacional da Tijuca.
O grande problema não é o que foi ou não realizado, o pior é que em pleno século XXI, com todo o conhecimento embasado em ciência, e com a tecnologia disponível hoje,ainda se insiste em fazer do mesmo jeito. Como se estivéssemos no século XIX, ou XX. Aterrar as áreas que deveriam ser preservadas nas baixadas para construir barreiras viárias, e lotear para que o mercado imobiliário possa continuar seu incessante caminho de crescimento sobre áreas inadequadas. É surpreendente, senão inadmissível do ponto de vista ambiental e humano. Como botar gente para morar e circular em áreas de risco, seja de alagamento, seja de deslizamento?
Onde estão os Estudos de Impacto Ambiental? Os diagnósticos da paisagem? Como saber como ocupar? Como sabemos disso? Cadê a transparência e participação que a Agenda 21 e o Estatuto das Cidades prevêem? Quantas perguntas que levam ao bom senso, à compreensão que as intervenções na paisagem têm um custo, e como medir esse custo? O que perdemos e o que vamos ganhar?
Estamos estragando um patrimônio natural que deveria ser preservado para as próximas gerações, em nome de um crescimento econômico predatório. Mas, só existe essa forma? Não haveria possibilidades mais ecológicas de se pensar a cidade onde 6 milhões de pessoas vivem? Como transformar o crescimento em desenvolvimento? Voltar os faróis da economia para o desenvolvimento sustentável, com energia solar, eólica ou da maré. Investir em educação e alta tecnologia. Atrair as empresas que já fizeram a virada para a economia verde, terceiro milênio. As melhores e mais potentes empresas estão nesse processo e seus funcionários engajados na causa ambiental. Esse universo empresarial busca lugares agradáveis, saudáveis e integrados com a natureza e seus processos para se instalar, pois seus colaboradores preferem. Existem maneiras ecológicas de fato de desenvolvimento com uma infraestrutura verde orientando o processo, em vez da infraestrutura cinza (vias, tubulações, canalização de rios etc.).
Muitas cidades já implantaram infraestruturas que mimetizam a natureza e estão trabalhando seriamente nisso. Estão trabalhando com a natureza: custa mais barato no longo prazo, tanto financeiramente como em saúde e perdas humanas.
E as Mudanças climática, o que irão acarretar? Basta pensar na Defesa Civil? Será que não dá pra adaptar e procurar amenizar os impactos? Existe um movimento em andamento de cidades que já estão se preparando para enfrentar os desafios causados pelas mudanças climáticas.
Por aqui parece que estamos fora do planeta, só se fala em como se reagir aos estragos que os eventos extremos causam. E como se adaptar para prevenir? Dá sim, tem muita gente pesquisando, fazendo e trabalhando seriamente para isso. Os resultados já começam a aparecer."
Cecilia P. Herzog
Rio , 21 de setembro de 2010
PS: meu computador está recusando-se a colocar fotos e só consegui por essa !!!
Mas encontrei uma reprise do programa Sem Censura, do dia 5/6/13 e fiquei mais desperta do que nunca ! O tema - meio ambiente - que muito me agrada, prendeu minha atenção totalmente, e mostrou-me que é possível viver de maneira ecologicamente correta numa cidade verde, bonita e feliz.
Pesquisei bastante e encontrei boas informações sobre a Cecília P. Herzog, que estava lançando seu livro "Cidades Para Todos". Nele ela mostra o que encontrou pelo mundo, em cidades que estão mudando sua maneira de viver.
http://ceciliaherzog.wordpress.com/livro-cidades-para-todos/
Encontrei também, aqui : http://ceciliaherzog.wordpress.com/cidade/#comment-87
um texto muito interessante da Cecília. Abaixo está um trecho:
"Tive um insight a partir da aula de uma aula sobre evolução dos planos urbanos do Rio de Janeiro, com Nina Rabha. A cidade teve sua história baseada na tentativa de dominar os problemas de saúde e habitação através da alteração radical de sua geomorfologia e na eliminação de parte de seus ecossistemas. Como se isso fosse resolver as doenças que grassavam por aqui, além da febre amarela e outras moléstias contagias, estiveram sempre presentes: a pobreza, a partição social, a falta de saneamento. A paisagem que encantou e estimulou a curiosidade de cientistas e viajantes era considerada a causa de tantas desgraças. Então qual a solução? Acabar com ela. Simples assim, derrubar morros e com suas terras (além do lixo, que precisava ser jogado em algum lugar) aterrar aqueles locais que acomodavam as águas das chuvas: os brejos e áreas baixas. Com eles se foram a biodiversidade e os espaços para as águas.
As grandes obras visavam só resolver problemas conjunturais. Não que não houvesse proposições e planos mais visionários, mas o que se acreditava na época era que o que causava as doenças eram os miasmas. As doenças vinham da terra, da umidade. Portanto, nada mais natural do que secar tudo, de forma drástica e radical. Ou melhor, tentar secar o que é por NATUREZA, úmido! Estamos numa área tropical, de Floresta Tropical Chuvosa (a famosíssima Rain Forest, pelo menos por enquanto…).
Já no século XIX havia proposições de reaproveitar as águas das chuvas, arborizar adequadamente, lagos com bacia de captação, inclusive onde é hoje a Praça da Bandeira. O Plano Agache, já no século XX propõe um plano onde as áreas florestadas e as áreas verdes de uso público estão demarcadas para conservação, indica as áreas de expansão e tem objetivos claros de remodelar e embelezar a cidade. O Plano Doxiadis,faz um estudo detalhado sobre a cidade e faz projeções de crescimento para poder planejar a infraestrutura necessária para o futuro e visa resolver os problemas urbanos. Apesar de seus aspectos arquiteturais, tinha em sua parte legislativa uma proposta mais ambientalista, quer dizer, de trabalhar com a paisagem, com os processos naturais. Respeitar as águas. Esse fundamento foi completamente ignorado ao longo de nossa história.
Há que se louvar o replantio de Mata Atlântico iniciado por iniciativa de D. Pedro II no século XIX. Graças a ele, hoje temos o paraíso que se constitui no atual Parque Nacional da Tijuca.
O grande problema não é o que foi ou não realizado, o pior é que em pleno século XXI, com todo o conhecimento embasado em ciência, e com a tecnologia disponível hoje,ainda se insiste em fazer do mesmo jeito. Como se estivéssemos no século XIX, ou XX. Aterrar as áreas que deveriam ser preservadas nas baixadas para construir barreiras viárias, e lotear para que o mercado imobiliário possa continuar seu incessante caminho de crescimento sobre áreas inadequadas. É surpreendente, senão inadmissível do ponto de vista ambiental e humano. Como botar gente para morar e circular em áreas de risco, seja de alagamento, seja de deslizamento?
Onde estão os Estudos de Impacto Ambiental? Os diagnósticos da paisagem? Como saber como ocupar? Como sabemos disso? Cadê a transparência e participação que a Agenda 21 e o Estatuto das Cidades prevêem? Quantas perguntas que levam ao bom senso, à compreensão que as intervenções na paisagem têm um custo, e como medir esse custo? O que perdemos e o que vamos ganhar?
Estamos estragando um patrimônio natural que deveria ser preservado para as próximas gerações, em nome de um crescimento econômico predatório. Mas, só existe essa forma? Não haveria possibilidades mais ecológicas de se pensar a cidade onde 6 milhões de pessoas vivem? Como transformar o crescimento em desenvolvimento? Voltar os faróis da economia para o desenvolvimento sustentável, com energia solar, eólica ou da maré. Investir em educação e alta tecnologia. Atrair as empresas que já fizeram a virada para a economia verde, terceiro milênio. As melhores e mais potentes empresas estão nesse processo e seus funcionários engajados na causa ambiental. Esse universo empresarial busca lugares agradáveis, saudáveis e integrados com a natureza e seus processos para se instalar, pois seus colaboradores preferem. Existem maneiras ecológicas de fato de desenvolvimento com uma infraestrutura verde orientando o processo, em vez da infraestrutura cinza (vias, tubulações, canalização de rios etc.).
Muitas cidades já implantaram infraestruturas que mimetizam a natureza e estão trabalhando seriamente nisso. Estão trabalhando com a natureza: custa mais barato no longo prazo, tanto financeiramente como em saúde e perdas humanas.
E as Mudanças climática, o que irão acarretar? Basta pensar na Defesa Civil? Será que não dá pra adaptar e procurar amenizar os impactos? Existe um movimento em andamento de cidades que já estão se preparando para enfrentar os desafios causados pelas mudanças climáticas.
Por aqui parece que estamos fora do planeta, só se fala em como se reagir aos estragos que os eventos extremos causam. E como se adaptar para prevenir? Dá sim, tem muita gente pesquisando, fazendo e trabalhando seriamente para isso. Os resultados já começam a aparecer."
Cecilia P. Herzog
Rio , 21 de setembro de 2010
PS: meu computador está recusando-se a colocar fotos e só consegui por essa !!!
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
SEMINÁRIO DE VERÃO DA NUMEROLOGIA DA ALMA
Mais um Seminário de Numerologia no nosso Sítio Lenda Pessoal ! Esse é o 33º. Participaram os alunos dos Cursos de Numerologia.
De manhã cedo a turma já estava reunida para começar a maratona de conhecimentos.
Conceição, Rita, Marcelino, Daniela, Evane, Patrícia, Lisana, Fernanda, João Sérgio, Nair.
Cardápio vegetariano, que agrada gregos e troianos.
Saladas, Rocambole e Arroz de Natal.
Na varanda, o Almoço no Jardim.
Patrícia e nenem, João Sérgio, Conceição, Nair.
Lisana, Marcelino e Rita.
Daniela, Fernanda, Gilberto e Evane.
Após o almoço, momento de relaxar, comendo a sobremesa.
João Sérgio, super zen, descansando na cadeira confortável. Quase dormiu...
Final da tarde, café com quitandas.
Fernanda mexendo o cafezinho.
Momentos de estudo, paz e contemplação, afastados da rotina diária, cercados de muito verde.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
QUE CALOR É ESSE ???
Primeira postagem da TEIA AMBIENTAL de 2014, e o assunto do momento é : "Que Calor É Esse" ?
Temperaturas absurdamente altas mostram os termômetros da minha cidade antes considerada fresquinha...
Alguém comentou que foi procurar ar refrigerado para comprar e não encontrou: acabaram os estoques nas lojas !
Meu marido está pensando em comprar um ventilador, coisa que nunca imaginamos precisar aqui em casa !
E volto eu para a velha tecla, já gasta de tanto ser tocada: os seres humanos não podem amenizar todo esse calor plantando mais árvores e conservando as já existentes ?
Em maio de 2012 fiz uma postagem falando sobre o tema do "aquecimento global". Veja aqui: http://floradaserra.blogspot.com.br/2012/05/verdade-ou-mentira-maia-e-matrix_07.html?showComment=1389135394644#c8425640769690988008
Podemos não controlar as alterações do sol, acertar as correntes marítimas ou a direção do vento, mas podemos sim, plantar árvores ! Aqui em São Lourenço o Parque das Águas é um excelente exemplo para mostrar o frescor do ar num ambiente com muita vegetação.
Na foto, o lago do Parque II.
Já está mais do que comprovado que as árvores proporcionam um clima mais fresco, um ar mais puro.
As cidades que acabaram com seus espaços verdes, priorizando as construções e o asfalto, sofrem bastante nesse tempo de desequilíbrio ambiental.
Na foto, a ducha de água mineral existente no Parque II.
Outro dia ficamos assustados ao ver o relógio da Praça do Rotary marcando 38º, em S.Lourenço ! Mal sabíamos que a temperatura chegaria até 43º, como amigos relataram uns dias depois!
No mesmo dia que olhamos os 38º no centro da cidade, ao chegar em casa nosso termômetro marcava 29º !
É rotina sairmos de casa agasalhados, diante da temperatura fria, e ao chegarmos no centro da cidade começarmos a tirar os agasalhos !
Por que será ? Cercados por uma barreira de árvores, usufruimos de um clima bem mais agradável.
Na foto, minha varanda no verde.
Para esse verão, já não dá mais tempo, mas para os próximos é possível criar sua própria barreira verde !
Não é uma boa idéia ?
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