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terça-feira, 17 de agosto de 2010

NÃO VOTEM EM MIM !!!

Sabe quando você é tão tímida que quer ficar invisível ? Assim era eu aos 13 anos, lá pelos idos de 1958, cursando o ginásio. Não gostava de aparecer em fotos, tinha vergonha de falar com estranhos, sentia um complexo de inferioridade gigantesco, e me achava horrorosa !

Com toda essa "carga pesada" em cima dos meus frágeis ombros juvenis, eu vivia minha vida de estudante tendo que conviver com acontecimentos que não me agradavam nem um pouquinho, mas que faziam parte do meu karma.

A foto é da Formatura, já em 1961, e eu estava um pouco mais segura, apesar da timidez continuar, como continua até hoje ! Essa foto serve apenas para mostrar o uniforme que usávamos e o professor responsável por um dos meus "traumas". É ele o senhor à direita, com seu terno branco - Professor Serapião !

Era tempo de escolher a Raínha da Escola, e para isso eram selecionadas meninas de cada série do colégio. Votação em sala de aula, comandada pelo Prof. Serapião, e cada aluno escrevia o nome da sua candidata preferida num pedaço de papel.
A minha turma - 1ª Série Mista - era formada por muitos rapazinhos e somente 9 meninas.

Entre essas 9 meninas, algumas beldades existiam.
Votos entregues e começa a apuração. O Prof. Serapião vai lendo os nomes, escrevendo no quadro-negro e marcando os votos.
Pois não é que eu recebo 1 VOTO !!! Não 2 ou 3, mas somente 1 ! Minha vontade era sumir carteira abaixo, indo refugiar-me embaixo da terra !
Eu que não queria aparecer, lá estava em destaque, com 1 ridículo voto, que muitos devem ter pensado ser de minha própria autoria.
Por que não me deixaram quieta no meu canto, sem voto algum, que era tudo que eu queria !
Outras meninas não foram votadas, mas eu tinha que passar por esse vexame.

Se eu soubesse que isso iria acontecer, certamente faltaria à aula. Ou levaria um cartaz dizendo:
"NÃO VOTEM EM MIM !!!"

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

RESOLUÇÕES DE ANO NOVO

Ano Novo, Vida Nova !
Simpatias, orações, promessas e resoluções de Ano Novo fazem parte da magia do último dia do ano.
Começar novamente a roda da vida, com uma nova forma de ver, um novo olhar, mais uma oportunidade para acertar. Onde errei ? O que faltou ? O que foi demais ?


Na década de 1980 um sensível e bonito texto passou de mão em mão, mexendo com as emoções e fazendo refletir sobre a vida. Lembram dele ?


INSTANTES
"Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido, na verdade bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico.
Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha, teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da sua vida; claro que tive momentos de alegria.

Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos.
Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos, não percas o agora.
Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas; se voltasse a viver, viajaria mais leve.
Seu eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera e continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, ja viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo."

Espero não ter tantos arrependimentos, caso chegue aos 85 anos...

(Confesso que sou das tais que leva uma bagagem pesada, mas também contemplo amanheceres e entardeceres, subo montanhas, brinco com crianças e ando descalça.)


FELIZ ANO NOVO !!!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

QUEM SOU EU ???

Quando fiz a postagem sobre o Curso de Jardineiro minha intenção não era que descobrissem como eu sou. Por essa razão coloquei os nomes embaralhados, fora de ordem. Minha amiga Rosan levantou a questão. Meu marido, que vive reclamando que eu estou sempre me escondendo, "obrigou-me" a revelar quem eu sou. Resolvi então fazer o teste, e é muito interessante observar como os outros nos imaginam...

Com 6 meses eu era assim. Uma bonequinha de olharzinho preocupado.

Com 1 ano era a alegria da vida dos meus pais.

Com 5 anos gostava de fazer posse e mostrar o sorriso discreto.

Aos 15 anos, a timidez imperava (e continua até hoje). Sou a mocinha comportada, de "coque" (cabelo preso, como se usava nos anos 60), saia escura e anágua (as amigas portuguêsas sabem o que é anágua ?) rendada aparecendo.

Com 18 anos, cabelos muito pretos - minha marca registrada até hoje - e jeito sério, sou a de saia mais escura. Minha bonita irmã, mais séria do que eu, está de saia clara. Minha mãe é a senhora extrovertida, sorrindo.

Com quarenta e alguns anos, continuo com o cabelo preto e sou a risonha de roupa também preta, na reunião da turma do ginásio.

Descobriram quem sou eu ?
Minha amiga Hazel acertou em cheio na sua perspicaz análise : sou a tímida e discreta senhora de quase 65 anos, que mantém os cabelos pretos e o sorriso contido.

terça-feira, 21 de julho de 2009

EU MORO ONDE VOCE PASSA FÉRIAS !

São Lourenço, no Sul de Minas Gerais, é uma encantadora e pequena cidade que nasceu das águas curativas existentes em suas terras. Águas que trouxeram pessoas em busca de alívio para seus males, e aqui o encontraram. Em tempos idos eram chamadas de "aquáticos", mais tarde de "veranistas", e hoje de "turistas". Muitos desses turistas acabam transformando-se em moradores, eternos apaixonados, e seduzidos pela cidade das águas miraculosas.

As "águas santas", como já foram chamadas, encontram-se localizadas dentro de um belíssimo Parque, coração de São Lourenço, e onde podemos passar momentos deliciosos.

Flores, muitas flores, cativam os visitantes do Parque das Águas. Orquídeas aos montes, nas árvores da alameda de entrada, dão as boas-vindas, na chegada da Primavera.

O lago, muito azul, proporciona paz e passeios, seja nos barcos à remo, ou nas "gaivotas", como eram chamados antigamente os atuais pedalinhos.


Fonte Gasosa, uma das 9 fontes onde encontramos 7 tipos diferentes de águas para os mais diversos males. Na semana passada, o programa Globo Repórter, da Rede Globo de Televisão, mostrou as virtudes curativas das águas de São Lourenço.



Poética "Ilha dos Amores", no lago, cujo nome deve ter sido dado em homenagem aos incontáveis casais que escolheram passar sua Lua-de-mel em São Lourenço.

A partir de julho começa a magnífica florada da "Pata-de-Vaca" (Bauhinia) transformando o Parque em um perfeito jardim do paraíso.

Além do grande lago principal, o Parque possui outros laguinhos, como este, em frente à Fonte Magnesiana, e perto do Pavilhão Central, construção antiga onde pode-se encontrar "um milhão" de produtos interessantíssimos.
O céu azul de São Lourenço faz moldura para o Centro Hidroterápico, mais conhecido como Balneário, que possui completa aparelhagem de fisioterapia, duchas, sauna, massagens, banhos de espuma, banho turco, aplicação de infra-vermelho, ultra-violeta e ultra-som.
Os banhos Carbo-gasosos, tradicionais no exterior, são aplicados desde 1950, pela Empresa de Águas São Lourenço.

Outro ângulo do lago, dessa vez colorido pelas azaléias durante o inverno. De manhã cedinho, nos dias em que a neblina está forte, o lago assume uma imagem quase mágica no meio da bruma.



O Parque II é um prolongamento do Parque das Águas e nele podemos encontrar, além de outras atrações, um interessante Jardim Japonês.

Durante muitos anos minha família fez uso das águas minerais para tratamento de saúde, seguindo a tradicional "estação de águas". Momentos maravilhosos passamos em São Lourenço, frequentando o Parque e usufruindo da paz de uma pacata cidade do interior.
Desejando viver ao longo do ano esses momentos maravilhosos, mudamos para São Lourenço.
Por isso hoje posso dizer que "eu moro onde você passa férias".

quarta-feira, 20 de maio de 2009

ORA, PETECAS !

Estava eu na Rodoviária de São Lourenço, quando vejo descer de um ônibus um senhor carregando uma estante cheia de petecas coloridíssimas. Aquela visão do arco-íris imediatamente chamou minha atenção, e despertou meu interesse.


Curiosa do jeito que sou, lá fui eu conversar com ele. Além da linda estante cheia de petecas, ele também trazia 2 caixas enormes. Nelas, petecas, petequinhas e petecões, cada uma mais linda do que a outra. Conversa vai, conversa vem - ele muito gentil e conversador - fiquei sabendo um pouco da sua história.
Chiquinho da Peteca, como é conhecido, mora em Itanhandu, cidade próxima de São Lourenço, e vive da produção de petecas há aproximadamente, 10 anos. Trabalha com a esposa e 2 filhos.
Compra as penas, tinge, e faz um trabalho muito bonito e caprichado.

De segunda a sexta-feira a família trabalha na confecção, e nos finais de semana, o Chiquinho sai para vender a produção.
Sábado fica em Soledade, quando o Trem das Águas faz seu passeio costumeiro, carregado de turistas. Aos domingos, vai para a Feira, em Cruzeiro.
Além disso, vende para muitas lojas, em São Lourenço, e encomenda nunca lhe falta.
Não preciso dizer que fiquei encantada com a história e as petecas do Chiquinho, e perguntei se podia fotografá-lo e ao seu belo artesanato. Ele prontamente aquiesceu, e até fez posse.

No final, ainda ganhei uma peteca, que muito envergonhadamente, aceitei emocionada.

Fiquei meditando sobre a vida...
Emprego pode faltar, mas trabalho não falta, para quem está disposto e faz bem feito.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

VESTIDO DE NOIVA

Desde bem pequenina convivi com fotos de casamentos pois, nos tempos idos, era tradição oferecer-se para os parentes e amigos a foto do "enlace matrimonial". E com dedicatória ! Eu adorava ficar olhando aquelas noivas lindas (pois dizem que todas as noivas o são...) nos seus vestidos suntuosos, e tinha até as minhas preferidas.

É muito interessante observar a "roda" da moda, sempre girando, e marcando épocas.
Na foto está uma amiga da minha mãe, e a data do seu casamento é 1928 !!!
Acho que o buquê não é de flores naturais, e o noivo está de terno branco !

Zezé, prima da minha sogra casou em 1934, e o estilo já era outro. Buquê natural, creio que com cravos e bambu-japonês. Usava-se colocar almofadas no cenário e essa era em feitio de leque.

A Irene, irmã da minha sogra, casou pelo meio da década de 1930. O buquê é natural, mas não consegui identificar as flores, somente o delicado "bambu japonês" pendurado junto com as fitas. Os cachepôs, em cima das floreiras de madeira, continham samambaias, e as cortinas eram de renda. A almofada no chão, e o jarro com lírios, que parecem ser de papel. Adoro essa decoração!


Minha querida tia Maria casou em 1938, e seu casamento foi chic, com as damas e os cavalheiros tradicionais, além das 2 meninas. As flores usadas nas grandes cestas eram cravos brancos (à esquerda) e camélias (à direita). A sala de visitas da casa dos meus avós era linda nessa época, com papel de parede e as famosas floreiras. Já não a conheci assim tão bonita, somente as floreiras existiam, mas já não eram usadas para colocar flores. A almofada de cetim era moda nas fotos, mas nessa não apareceu.


A Edite, também irmã da minha sogra, casou por volta de 1940, e os vestidos exibiam "caudas" longas, além do véu também bem comprido. A almofada continua presente, até mesmo na igreja.
O buquê , de flores naturais.

Isabel, minha bonita sogra, no seu vestido moderno, em 1942, com decote coração, mas recoberto de renda, assim como as mangas compridas
O singelo jarro com margaridas dava o ar floral.
O buquê, redondo devia ser algo mais moderno.

Maria, minha linda mãe, na foto oficial que deu tanta contrariedade pela colocação estranha da cauda do vestido, obra do fotógrafo de gosto estranho...
O ano - 1944.
O buquê era de cravos brancos, e florzinhas de angélica pendiam pelas fitas brancas. Devia ser lindo e perfumadíssimo.
Beatriz, amiga muito querida de minha mãe, deve ter sido uma noiva bem moderna para 1946, com seu vestido sem cauda, em 2 babados, e com véu curto !
O buquê também redondo, devia seu uma inovação. E o noivo de terno claro, também não era comum.
Sempre tive a impressão de que o casamento foi durante o dia, talvez pela foto no jardim da casa.

Zina, que casou com um primo da minha mãe, sempre foi a minha noiva favorita. Não sei o que mais me encantava : se o vestido de cetim belamente arrumado para a foto, se o vistoso buquê e o arranjo de copo-de-leite, ou a beleza da Zina, que era mesmo muito linda. O ano : 1948Amélia, a irmã mais nova de minha sogra, casou em 1948, e o vestido era de cetim lavrado. Não dá para ver muito bem o feitio. O buquê, novamente, redondo.
Zulmira, irmã mais nova do meu sogro, também casou com um vestido nesse cetim lavrado, no início da década de 1950. O buquê, comprido.

Dina, casou em 1951, com um primo do meu pai, e é outra noiva preferida. O vestido, imponente, em cetim, com linda cauda. Buquê enorme, e lindas cestas de crisântemos enriquecem e enfeitam a foto. A grinalda, na cabeça é idêntica à da Zina. Elda, moça gentil e bonita, trabalhava na casa da minha sogra, e era tratada como pessoa da família. O casamento foi em 1954, e o vestido, no mesmo cetim lavrado - que devia ser moda na época - foi feito pela minha sogra. Véu e buquê compridos.


Dulcinéia, filha da Edite, casou em 1962, e a moda já era totalmente diferente. Vestido armado, com ampla saia em renda, véu curto e buquê de botões de rosa, que não sei se eram naturais.
Piedade, cunhada da minha sogra, casou em 1961, na moda do vestido armado. Não dá para ver bem o buquê, mas as cestas de copo-de-leite, estão lindas.

Lúcia casou em 1964, e outra grande mudança aconteceu na moda: o vestido agora era "tubinho"! Mas o tecido parece aquele mesmo tipo "brocado". Outra grande mudança foi a troca do buquê por um botão de rosa e um terço. E o cabelo era aquele "ninho" armado com laquê.

"Cada roca tem seu fuso, cada moda tem seu uso", assim diz o antigo ditado.
Olhando todas essas fotos, que percorreram 40 anos de modas e costumes, posso dizer que prefiro os vestidos das décadas de 30, 40, e início de 50.


Quando casei, em 1966, a moda era o tal de "tubinho", mas o meu era cortado embaixo do busto (estilo princesa, ou império) e o buquê era de tecido, como ditava o estilo da época. E o meu foi com margaridas ! O vestido, muito simples, o tecido não era "rico", mas fiz questão de ser diferente, usando o véu em tule point d'esprit

Acho que se eu casasse hoje, escolheria um lindo vestido da década de 1940, e certamente seria igual ao da Zina.

domingo, 29 de março de 2009

LUZES NA NOITE

Dizem que "à Noite, todos os gatos são pardos", e eu sou uma pessoa do Dia. Adoro as primeiras horas da manhã, quando tudo está silencioso e o ar é puríssimo e frio. Durante toda a minha infancia sonhei em ver o nascer do sol, mas cadê que conseguia acordar cedo ? Numa determinada noite combinei com meus irmãos que ficaríamos acordados até o sol chegar, e para nos distraírmos ficamos enrolando pedaços de papel nos dedos e fazendo mini- cones. Bom, eu que tive a brilhante idéia, fui a primeira a adormecer, e os outros dois pequeninos, não demoraram muito tempo mais. O sol chegou e nós perdemos o radioso espetáculo. Quando nossos pais levantaram, encontraram 3 filhos dormindo e uma gaveta cheia de cones de papel.Apesar do imenso amor que tenho pelo Dia, confesso que a Noite me fascina com seu ar de mistério e romance. Caminhar por ruas desertas e silenciosas, admirando a suave iluminação das casas e um encantamento para mim.
Na foto, uma antiga casa em Tiradentes, lugar mais do que encantado, à luz dos seus lindos lampiões.
A graciosa casa, ocupada pela CEMIG, e muito bem cuidada e ajardinada, fica mais graciosa ainda nas sombras da Noite.
Em São Lourenço.
Jardim do "Espaço Dharma", lugar de Yoga, Meditação, Dança, Palestras e afins. Paz, serenidade e beleza.
Em São Lourenço.
A pequenina e colorida loja do Caminho do Artesanato, fica muito charmosa iluminada pelo abajur que faz sombras na parede.
Em São Lourenço.
O chafariz colorido e de águas dançantes fica na Praça Brasil, em São Lourenço, e é lindo à Noite.
A antiga e conservada Pharmacia Costa, iluminando a rua escura. Pena que a foto não ficou muito boa...

Um jantar à luz de velas alimenta o corpo e a alma.
Procissões de velas permitem uma ligação direta com o Divino. Vivi um desses momentos
mágicos quando participei da procissão que traz a imagem de São Lourenço, da Ermida, para a Igreja Matriz, passando por dentro do Parque das Águas.

Continuo amando o Dia, mas que a Noite é mágica, não tenho dúvida nenhuma...

domingo, 14 de outubro de 2007

Filhos, filhos,melhor não tê-los...


MAS...
Quando reli a mensagem que meu pai escreveu no meu retrato de 1 ano,me dei conta,pela primeira vez,de como fui importante na vida deles !
De repente, senti todo o amor que estava contido naquelas simples palavras, e que no dia-a-dia, não se percebia.
Fiquei imaginando aquela menininha tão bonitinha e simpática que já fui um dia, e lembrei que eu tambem tinha sentido a mesma alegria com a minha filha bonitinha e simpática !
O tempo passa, a gente cresce, e vai se afastando desses momentos tão preciosos, desses sentimentos tão puros. Fica só o ser humano adulto, cheio de defeitos e de problemas para resolver.
...Mas,como é bom recordar dessas menininhas tão bonitinhas e simpáticas, e sentir de novo o mesmo amor e a mesma alegria que elas nos traziam...

Filhas,filhas...que bom é tê-las!!!