Aqui está ele, tão pequenino mas com seu tamanho aumentado pela base de taboa. Essa base é uma cesta que ganhei com uma planta dentro. Aqui ela está com a boca para baixo servindo de apoio para o abajur.
A toalha é a minha queridíssima, confeccionada com retalhos de tecidos de tapeçaria pela minha avó Olívia. Desde criança que eu gosto dessa toalha e ela acabou ficando comigo.
O arranjo é de flores e capins secos colhidos aqui no meu quintal. (o feng shui que me desculpe, mas adoro plantas secas...)
A casinha mineira é obra de papel machê da minha amiga Branca, artesã de mão cheia.
E o minúsculo sininho dourado ganhei da minha amiga Eli, outra artesã de primeira linha.
Forrei um um pedaço de renda que sobrou de uma cortina que eu usava ainda no Rio, e lá se vão uns 25 anos!!!
O arremate foi feito com a borda de um saco de juta que ganhei do Supermercado local.
Esse abajur está na minha mesinha de cabeceira - que era da minha mãe e ela a ganhou quando completou 18 anos...
O livro Feitiço da Lua, da Márcia Frazão, é um dos que estou sempre relendo, apesar de ser emprestado.
A cúpula não é a original do casamento (1966), e a mais nova também começou a quebrar. Forrei então com a casca da bananeira, já seca, e que é maravilhosamente linda. Arrematei com a já famosa juta.
Como já perceberam, aqui em casa é tudo muito bem reutilizado e aproveitado, pois procuramos reduzir o lixo e viver em harmonia com a Natureza.

