Continuando a trazer para o FLORA DA SERRA algumas postagens do meu blog SÃO LOURENÇO - Caminho das Águas, deixo hoje aqui essa que é uma das que mais gosto, talvez por trazer-me ternas lembranças de tempos tão distantes...
DOMINGO, 24 de Maio de 2009.
BRINCAR SIMPLESMENTE
São Lourenço em 1951 era, para mim, o próprio Paraíso Terrestre. Passear pelo Parque das Águas era a felicidade máxima que eu já tinha vivido na minha curta existência de 6 anos.
Nas proximidades da Fonte Sulfurosa existia o que hoje chamamos "americanamente " de Play Ground. Os brinquedos eram de madeira e ferro, fortes e simples.
Por incrível que pareça, lembro bem desse dia em que eu e meus irmãos andamos de gangorra.
Eu fiquei de um lado, e um deles sentou do outro, mas por ser bem maior que ele, logo joguei-o para o alto. A solução foi pôr os dois de um lado, mas assim fui eu a ser jogada para o alto. Rimos muito, e papai aproveitou para fotografar, pois gangorrar era impossível.
O Cavalo de Pau serviu para a foto, e a Roda também. Não sei se gostava deles, pois meu brinquedo preferido sempre foi o Balanço. Lá atrás do Cavalo de Pau estavam os balanços, mas eram barcos de madeira, enormes (para meus 6 anos) e que "voavam" em grandes alturas.
Neles não tinha coragem de andar...
Outra distração famosa era levar pão para os patos e os peixes. Sempre trazíamos um pouco de pão do hotel para alimentar a fauna aquática. Nessa foto, dá para perceber que eu não estava gostando muito da proximidade dos patos (ou gansos ?), pois enquanto minha irmã ria, e meu irmão olhava tranquilamente, eu encarava o bichinho preocupada com um possível ataque.
PS: o escrito acima pertence a outra foto.
Visitar a Fazenda Ramon era outro programa imperdível para quem estava em São Lourenço.
Também lembro do dia que pegamos o "charretão", única charrete grande, com muitos lugares, para fazermos o passeio famoso. Inesquecível o doce-de-leite fabricado lá, servido em copinhos de papel encerado e pazinha de madeira.
Como eramos felizes com tão pouco...
Hoje, na ânsia do ser humano por lazer e prazer, nada satisfaz e o Parque precisa ter "mil" brinquedos e equipamentos diversos, além é claro dos recreadores, pois ninguém tem mais imaginação para criar sua própria brincadeira.
Doces lembranças dos tempos idos...
Por incrível que pareça, lembro bem desse dia em que eu e meus irmãos andamos de gangorra.
Eu fiquei de um lado, e um deles sentou do outro, mas por ser bem maior que ele, logo joguei-o para o alto. A solução foi pôr os dois de um lado, mas assim fui eu a ser jogada para o alto. Rimos muito, e papai aproveitou para fotografar, pois gangorrar era impossível.
Neles não tinha coragem de andar...
PS: o escrito acima pertence a outra foto.
Também lembro do dia que pegamos o "charretão", única charrete grande, com muitos lugares, para fazermos o passeio famoso. Inesquecível o doce-de-leite fabricado lá, servido em copinhos de papel encerado e pazinha de madeira.
Como eramos felizes com tão pouco...
Hoje, na ânsia do ser humano por lazer e prazer, nada satisfaz e o Parque precisa ter "mil" brinquedos e equipamentos diversos, além é claro dos recreadores, pois ninguém tem mais imaginação para criar sua própria brincadeira.
Doces lembranças dos tempos idos...





















